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31/12/2016 1 Maçã

este ano de 2016.

Digo antes: que se repitam os sucessos deste ano e que os seus malfadados acontecimentos não se voltem a concretizar. 😊

Um feliz 2017 para todos!

Dica minha #1

0 Maçãs
Ora então, lá passou mais um ano. Hoje vamos ter direito a mais um segundo do que os habituais num só dia e, depois, quando dermos por nós, já vamos estar em 2017. Uns dez minutinhos de foguetes e fogo-de-artifício, umas quantas passas comidas... Nada de muito diferente dos outros anos, portanto. 😜

Passada então esta emoção toda das festas e de algum descanso e convívio com a família, regressemos à outra emoção que ocupa a nossa existência estudantil. Uns regressam à rotina, outros preparam-se para a época de exames e, sendo assim, nunca é demais reforçar algumas ideias e dicas para nos mantermos concentrados nas nossas tarefas e, simultaneamente, conseguirmos lidar com as possíveis distrações.

Para começar, deixo-vos uma dica muito simples no que toca à utilização do computador por motivos académicos...

#PRnaCovi

05/12/2016 0 Maçãs
O Presidente da República veio visitar a minha faculdade esta tarde. Pronto, já tenho o facebook inundado de selfies. 😜

O presente de quinze em quinze dias

13/11/2016 4 Maçãs
Consta que há tempo para tudo. Que não há tempo para tudo ao mesmo tempo, mas que tudo é feito a seu tempo.

Perdoem-me o facto de o tempo fazer parte de todas as minhas conversas e devaneios ultimamente. Sinto-me a punir-me a mim própria, num pequeno ciclo vicioso: as coisas não correm como eu quero, perco mais tempo nessas coisas, essas coisas correm ainda pior, culpo o cansaço e a falta de tempo para me dedicar ainda mais a essas coisas.

E assim se passam os meses. De quinze em quinze dias repito a mesma rotina de culpa e compensação, sem conseguir chegar a um consenso comigo própria. Até quando consigo pequenas vitórias, já penso na desgraça que virá daí a quinze dias.

Tenho tentado várias estratégias, todavia, ainda não foi desta que encontrei a certa. Sei que giro melhor as minhas responsabilidades quando não tenho sequer tempo para me lembrar das consequências possíveis caso algo corra mal — foi assim com o meu secundário todo. E tenho tentado fazer isso mesmo, distrair-me umas horinhas por semana noutras atividades que me façam sentir bem e útil, acima de tudo. Gosto de ter um propósito em tudo o que faço, e detesto sentir que estou a... bem, perder o meu tempo. :)

Não tem sido fácil. Parece que tenho mais dificuldade em lidar com estes meus próprios dilemas internos, que vou construindo no meu subconsciente (porque, lá está, até parece que não vai tudo andando!), do que a realizar o meu estudo certinho e direitinho.

Pressiono-me a mim mesma. Vou nervosa para todas as avaliações. E para quê? Não me adianta de nada pensar assim, tudo o que tenho feito é no sentido de aprender a controlar melhor a desorganização que sinto a pesar-me nos ombros. Pensamentos desalinhados, muitas vezes negativos... estou no curso mais bonito, na faculdade mais acolhedora, já era tempo de me sentir feliz com o que tenho conquistado e não me chatear tanto com o que ainda está para vir.

E, para o caso de ainda não terem percebido, escrevo isto para, precisamente, me tentar organizar. Escrever sempre me ajudou a pensar mais claramente. Hoje não está a ser exceção. E, se tem mesmo de ser, que seja — hei de aprender a viver a vida de quinze em quinze dias, no meu presente.

Uma (de vinte e três)

01/10/2016 2 Maçãs
Passei a tarde de ontem a divagar sobre a cor do meu futuro estetoscópio. Hoje vou pelo mesmo caminho.

Os campeões europeus* do 10 de julho

11/07/2016 0 Maçãs

Sara Moreira (ouro), Jéssica Augusto (bronze) e Ana Dulce Félix, meia-maratona*. Tsanko Arnaudov (bronze), lançamento do peso*. Patrícia Mamona (ouro), triplo salto*. Rui Costa (2º lugar), 9ª etapa do Tour de France. Seleção Portuguesa (campeões), futebol*. (entre outros...)

I feeeeeeeeeeel good, tchananananaaaaam! 

(P)abu #3: eu canto, tu tocas, eles ouvem...

09/07/2016 0 Maçãs

A universidade é um mundo à parte. Por muitos clubes que a vossa secundária pudesse ter, nada se compara à diversidade de atividades que podemos encontrar numa instituição de ensino superior. Tunas, coros, orquestras, desportos, grupos de teatro... enfim, tudo o que possam imaginar.

Contudo, contrariamente ao que seria de esperar de atividades associadas à universidade, nem todas são abertas à comunidade académica em geral. Refiro-me, por exemplo, e no caso específico da UBI, às tunas - reservadas aos estudantes que se encontrem na Praxe.

[sem querer desprezar as restantes atividades, vou cingir-me ao âmbito musical por ser aquele de maior interesse para mim e também aquele sobre o qual mais me informei]

Mais uma vez, um assunto polémico. Praxe, espírito académico, tuna... estará isto tudo assim tão relacionado e enraizado na nossa cultura ao ponto de não conseguirmos distinguir uns conceitos dos outros?

(P)abu #2: integrar, trajar, segregar

06/07/2016 0 Maçãs
(p)abu, como quem diz que a Praxe é um assunto tabu...
A "integração" não é uma escolha pessoal. Eu não escolho integrar-me, escolho fazer um esforço para me integrar, o que é algo completamente distinto. Depois, é algo que não depende apenas de nós; somos humanos, dependemos todos uns dos outros e por alguma razão gostamos de viver em sociedade. Daí que, independentemente do que muitos gostem de dizer, é tão fácil integrarmo-nos quanto, vá se lá saber porquê, não nos integrarmos.

Pronto, agora é que estou feita ao bife. Não me dei bem com a Praxe e as aulas propriamente ditas ainda nem começaram. Vou sentar-me de forma aleatória nas tutorias (e logo no meu curso, em que até as salas já têm as mesas dispostas para nos sentarmos em grupo...) e vai ser um sarilho de todo o tamanho até conhecer alguém tão desorientado quanto eu. Como é que é suposto integrar-me?

Colocando a questão de outra forma: não fazendo Praxe, há alternativas? No caso específico da minha universidade, a resposta é muito simples: não.

(P)abu #1: uma semana e um dia

05/07/2016 0 Maçãs
(p)abu, como quem diz que a Praxe é um assunto tabu...
Dos dois meses e meio que dura a Praxe na Covilhã, eu compareci a uma semana e um dia. Um período que, diga-se de passagem, teve os seus bons momentos. Também chorei a rir com as palhaçadas dos meus colegas, também contive as emoções no momento em que algum praxante me dirigiu a palavra ou era suposto estar caladinha no meu canto sem me rir do que se passava à minha volta.

Não me deu para choros. O pior inimigo que enfrentei numa semana e um dia foi... o frio. Ou, pelo menos, assim o achei naquela altura. Estar deitada no chão, às 3h da manhã, com 7 graus Celsius de temperatura, nem com um casaco de lã e um impermeável por cima a coisa podia correr bem. Pior do que isso, só quando achei que me iam colocar banha de porco no cabelo; eu escapei - alguns dos meus colegas, não. Se isso diminuiu o entusiasmo deles no dia seguinte? Claro que não!
- Fomos apanhados por uma melícia e foi brutal! Estou de direta, vou dormir na tutoria de biocel! (ok, esta não é uma citação exata, mas o conteúdo não difere muito da realidade)
Então... porque é que saíste?

Perspetiva

14/06/2016 0 Maçãs

Lembro-me do meu nulo jeitinho para os desenhos de artes visuais e outras disciplinas do género que fui tendo ao longo do ensino básico. Ainda hoje me vejo à rasca para transmitir seja o que for através de desenhos - vai-se a ver e vem daí a minha pequenina aversão aos microscópios (isto no secundário)... era tudo muito lindo até ter de passar o que via para o papel!

Contudo, houve uma matéria que despertou o meu interesse: a perspetiva. Teoricamente falando, claro, que isto de passar à ação nunca foi o meu forte. Mas a verdade é que toda a noção de ver o mesmo de pontos de vista diferentes me passou a fascinar muito mais desde então, ainda para mais tendo em conta as diversas técnicas a utilizar para conseguir passar essa informação para o papel.

Abstraindo-nos da lição de desenho, podemos levar este conceito mais longe. Parecendo que não, todas as questões relacionadas com a homofobia e com a intolerância partem daqui. De uma questão de perspetiva, em que nos colocamos do lado das vítimas ou dos agressores - esquecendo, portanto, que há um ponto de onde se vêm claramente as situações, sem que ocorra uma distinção de "lados".

Aqui entre nós, já não há pachorra para tamanha incompreensão num mundo tão evoluído. Construímos habitações que não caem para o lado com o vento, telemóveis que nos permitem comunicar à distância em tempo real, automóveis que flutuam e utilizam energias renováveis... e depois temos ataques terroristas, armas fabricadas em massa, exércitos preparados para atuar em caso de guerra.

Enfim. Como bons europeus e patriotas que somos, vamos antes esquecer as desgraças todas e vibrar com o jogo de hoje (Portugal vs. Islândia). Eu não disse que era uma questão de perspetiva?

Não nos roubem o amarelinho...

31/05/2016 0 Maçãs
"A UBI é nossa, a UBI é nossa..."
Toda a gente tem o direito de se manifestar. Parece-me que o Homem já é suficientemente crescidinho para decidir quando é que se deve juntar em defesa daquilo que considera seu direito. 

Já agora, uma notinha:
Falando por experiência própria, é mais difícil reunir um grupo de 4 alunos para realizar um trabalho de grupo do que arranjar 1000 gostos e comentários à pala no Facebook para o Ernesto rapar o cabelo - como eu costumo dizer, "prioridades!".
Por isso, quando surge algum grupo organizado de milhares de pessoas a manifestarem-se, eu tenho sempre o maior respeito pelos coordenadores de tal evento e nem consigo imaginar a trabalheira que não deve dar erguer um movimento de tamanhas dimensões.

Agora, roubarem a cor do meu curso é que é indecente!  Até o mais comum dos mortais sabe que qualquer agrupamento de amarelinhos corresponde a caloirinhos de Medicina! E olhem que isto vem de alguém que esteve nessa posição há muito pouco tempo, por isso sei bem do que estou a falar...

Tinham logo de escolher o amarelo, minha gente! Da próxima escolham a cor de tijolo das Engenharias, pode ser? 

Se eu tivesse de escolher um feriado preferido,

25/04/2016 0 Maçãs
escolheria este. Não por ser mais ou menos simpático que os outros feriados (também calha ao domingo de vez em quando), mas por tudo o que lhe está associado. Dos cravos à liberdade, é bonito sair à rua e ver as pessoas com os seus raminhos presos às camisas, comemorando um dia que, há 42 anos, tornou possível tudo o que temos hoje.

E já que o trabalho abunda e o tempo escassa, termino deixando-vos com um medley de Zeca Afonso aqui da tuna feminina da casa (ehehehe), a C'a Tuna aos Saltos:

março... abril...

31/03/2016 0 Maçãs

e muito trabalho se avizinha até ao final deste ano letivo. Este ritmo de avaliações quinzenais faz com que o tempo passe a correr - nem a semaninha de "férias" a que tive direito deu para aliviar, tanto quanto eu desejaria, a minha lista de tarefas ainda por realizar...

A Páscoa foi boa, os estudos vão andando e a Serra da Estrela continua a olhar pela minha janela todas as manhãs. Hoje até a fui visitar, só não saí do carro porque os -2ºC não me pareceram muito acolhedores... 

Venha então mais um mês!

Não quero ter de esperar mais quatro anos

29/02/2016 0 Maçãs
para publicar alguma coisa no dia 29 de fevereiro. Como estamos em plena época de exames (ou, pelo menos, eu estou), aqui fica uma sugestão áudio para acalmar os nervos...

Nebraska, Lucy Rose [link]

Hoje só tenho a agradecer o facto de a internet não ter vindo abaixo com as festividades do Óscar de Melhor Ator Principal atribuído, como já se esperava, ao Leonardo DiCaprio... agora a piada deixou de ter piada!

Pfff, e serei só eu a não achar piada nenhuma à canção original que venceu? Sou suspeita, tudo o que o Sam Smith canta soa-me exatamente igual... 

Pequenos gestos

22/02/2016 0 Maçãs

Não é todos os dias que nos podemos gabar de comer bem numa cantina. Contudo, no que toca à cantina da minha faculdade, até hoje não tenho propriamente razão de queixa, de tal forma que sou frequentadora assídua dos seus serviços.

Em jeito de aparte, devo confessar que não sou a pessoa mais atenta deste mundo. Não me considero grande observadora, ou, pelo menos, observadora daquilo que, à primeira vista, seria mais observável. Alguém cortou o cabelo? Ui, primeiro que eu dê conta... 

Num dia destes, no entanto, apercebi-me de algo. De um pequeno gesto que, muito sinceramente, não é todos os dias que se vê numa cantina (a não ser que, lá está, apenas eu é que não o costume ver). Coloquei-me na fila para arrumar o tabuleiro depois de comer e... apercebi-me de que as duas raparigas que se encontravam à minha frente tinham tido o cuidado de a) empurrar os seus tabuleiros até ao fundo e b) fazer o mesmo para alguns dos restantes tabuleiros já lá colocados.

Isto sim é pensar no próximo!

Férias? Carnaval?

31/01/2016 0 Maçãs

Numa altura tão complicada a nível de estudo, quem é que consegue pensar em festas? Nunca fui grande fã do Carnaval, mas aqueles três diazinhos sem aulas sempre me souberam a mil maravilhas.

Parece que este ano nem a isso tenho direito. Não é estudar que custa; cumprir prazos, gerir obrigações, isso é que provoca pressão. Não podemos estudar ao nosso ritmo, há que ter em atenção prioridades, datas há muito marcadas de avaliações - até mesmo o tipo de avaliação que será realizado em relação a determinada matéria.

Por vezes, esqueço-me do que realmente me seria útil aprender para me concentrar naquilo que de todos os estudantes é esperado - o chamado aproveitamento escolar.

Será?

12/01/2016 1 Maçã
Quando um dos vossos professores é médico-legista e começa todas as histórias sobre casos clínicos com "um dos meus pacientes... que morreu...".

É caso para perguntar: será que estava vivo durante a autópsia?

Desta é que eu não estava à espera... :(

11/01/2016 1 Maçã

Para mim, David Bowie será sempre o David Bowie deste videoclip.

Este look, juntamente com a maravilha que é esta música, foi algo que me marcou durante a infância. O dedo acusador, a apontar mais para o espetador do que para Marte, o fatinho azul-bebé, os olhos pintados de azul, o cabelo laranja berrante.

Entre este "Life On Mars" e o "Under Pressure" com os Queen... não faltarão razões para recordarmos esta lenda.

Potencial

01/01/2016 0 Maçãs
elétrico, evidentemente! Pelo menos, é nesse que falam os apontamentos de física que tenho de estudar...

Agora, aqui entre nós, eu cá acho que este novo ano tem muito mais potencial do que à primeira vista se poderia pensar. Um ano bissexto, sem feriados em maio... meh! Um ano com eleições presidenciais, um europeu de futebol em França, jogos olímpicos no Brasil... yeah!

(e um ano em que o meu clubezinho do coração começa em segundo no campeonato nacional - ainda querem maior potencial?)