Feliz aniversário :)

25/10/2013 2 Maçãs
O Pomarão hoje, 7 anos depois
Hoje, tenho três palavras para vos dizer: trabalheira, nervos, cansaço (mais à frente já vão perceber). Ah, e enquanto eu ando aqui meio-zombie-meio-extraterrestre com tanto trabalho que ainda tenho pela frente, o Pomarão vai acumulando dias, meses, anos e, na passada-passada quinta-feira (17 de outubro) fez, nem mais nem menos do que... 7 anos.

E é assim, à laia de comemoração de tão honorável data,

     e tendo em conta que nestas duas últimas semanas tive uma trabalheira de todo o tamanho, "ai que nervos!" sempre que a resposta a uma questão qualquer de um teste não chegava à minha massa cinzenta, o cansaço com que estou neste momento,

que aqui deixo um simples poema feito à pressa, sem ser prestada qualquer atenção ao número de sílabas ou ao tipo de rima (perdoa-me, Camões!), com uma pequena descrição daquele que tem sido um dos meus grandes amigos e confidentes ao longo de todos estes anos.

...

Por sete anos, o Pomarão
aqui se tem aguentado,
quer seja atualizado
quer seja abafado
por todas as complicações
e situações complicadas,
que da vida diária
de uma certa adolescente
(que na altura
assim tão adolescente
não era)
vão derivando
como quem
não quer a coisa
(porque a coisa
todos querem
e a não têm)
e porque
de baratas tontas
está a vida farta,
parabéns ao Pomarão
que com tanta fanfarra
e bizarria afetada,
não mais se descolou
da esfera dos blogues
("vós sois o sal da blogosfera")
e aí se vai aguentando
com a perícia
de um estratega nato
que com a NATO
nada quer,
e com a intensidade
vivida da vida
que,
mesmo sofrida,
se protege
com a ventura
de momentos
mais felizes.

("ai blogues, e u é?")

© Madalena Faustino, 25/10/2013

Antecipação

13/10/2013 4 Maçãs

Amanhã, para começar a semana em beleza, tenho o primeiro teste deste ano letivo: Física e Química A.

Como de costume, estou nervosa. Tal como vou estar amanhã de manhã, ou cinco minutos antes do teste, ou a tentar lembrar-me "que dia é hoje?" para preencher o cabeçalho da folha de teste o mais rapidamente possível, ou a resolver algum exercício mais complicado que exija o uso da calculadora gráfica, ou quando faltarem dois minutos para acabar o tempo e eu ainda tiver de responder a, pelo menos, duas alíneas da última questão do teste e uma alínea que deixei para trás.

Como vou estar quando fugir de toda a gente para não ouvir as respostas que deram à pergunta não-sei-quantas, ou quando na aula seguinte a professora esclarecer algum exercício do teste que eu sei que errei, ou quando estiver a receber o teste e ter medo do valor de 0 a 20 que lá vai estar escrito no canto superior da página...

...

Sofrer por antecipação? Pffff, o que é isso?

P.S. E depois ainda há aqueles que dizem que depois de tanto tempo nesta situação, já devia estar habituada. AHAHAHA, não.