And... again :(

24/02/2013 0 Maçãs

Ok, ok... respira fundo... isso, vá, tu consegues... pronto...

Amanhã começam os testes. OUTRA VEZ. Ainda agora acabámos de receber os testes da primeira ronda, e pimba!, já estamos a ser bombardeados com MAIS testes. Credo, será que este pesadelo nunca acaba? 

Pensando em coisas mais felizes, já só faltam três semanas para acabarem as aulas! Cof, cof, cof... bom, para acabarem as aulas do 2º Período. Pronto, assunto esclarecido. Já pensaram na Páscoa, nos ovinhos da Páscoa, nos ovinhos de chocolate da Páscoa, nas amêndoas da Páscoa, nas amêndoas de chocolate da Páscoa, nos folares da Páscoa... Mhaaaaammmmm! 

Mas, enquanto não passam estas três semanas tormentosas... Será que não há nenhum extraterrestre sossegadinho e simpático que me queira vir buscar à Terra? É que por aqui as coisas andam um bocadito complicadas... 

Eu e as apresentações orais I

13/02/2013 0 Maçãs

Olá!

Desculpem, mais uma vez, a ausência de novos posts nos últimos tempos, mas... bom, vocês já sabem como é. Fiquem então com um pequeno relato do que aconteceu na última sexta feira.

...

De tudo aquilo a que somos sujeitos na escola, o que nos deixa mais nervosos é, provavelmente, fazer apresentações orais. Os testes dão-nos cabo do juízo, os relatórios enervam-nos com tanto desenho, legenda e discussão, mas, no final de contas, aquelas apresentações orais de Português é que põem qualquer um a tremer da cabeça aos pés.

A voz fraqueja, as pernas abanam que nem árvores ao vento, as mãos suam, as pausas que fazemos parecem demorar séculos... pensando bem, é parecido com aquilo que sentimos quando estamos em cima de um palco. E, se filosofarmos sobre o assunto, aquela zona da sala junto ao quadro é, na verdade, um palco. Sim, ainda que seja um palco muito improvisado.

E... foi isto tudo o que me aconteceu na sexta feira passada. Bom, pelo menos do meu ponto de vista, já que, aparentemente, tudo (ou quase tudo) passou despercebido do lado da audiência. A verdade é que, segundo me dizem, a minha apresentação até correu bem. 

Pronto, pronto... dizem mesmo que correu MUITO bem, e, quando olho para trás e avalio a situação, até pode ser verdade. Posso dizer-vos que, pela minha parte, a situação avizinhava-se negra. Não me sentia preparada para a apresentação, apesar dos papelinhos que escrevi em casa nessa mesma manhã, quando me dei ao trabalho de acordar mais cedo para me preparar melhor. Não resultaram - acabei por os deixar em cima da minha carteira na hora H

Para complicar mais a situação, estava nervosa. Muito. Muito, muito, mesmo. Nervosa. E agora tenho de ser honesta - até ao momento em que comecei a falar e se ouviu a primeira risada. Sabem, aquele risinho escondido que salta de um ponto qualquer da sala de aula (e por ponto entenda-se aluno) e que descontrai qualquer um que se sinta numa posição mais constrangedora (e por qualquer um entenda-se eu).

E pronto. Relaxei. Comecei a improvisar, a pensar a milhentos e quarenta e nove por segundo nas 125 páginas do livro que estava a apresentar ("A arte de morrer longe" de Mário de Carvalho, já agora), e, nisto tudo, o tempo foi passando.

O ambiente estava descontraído, a audiência estava atenta (bem dita a hora em que vim parar ao 10ºC! - pensei eu) e os meus passinhos de dança no tal palco improvisado acabaram por resultar. 

Terminei, feliz, com o sentimento de que, muito embora o Mário de Carvalho não fosse achar muita piada à trapalhada que eu fiz com a história do seu livro (espetacular, excelente, emocionante, interessantíssimo livro, resta-me acrescentar), toda a gente tinha gostado. E quem é que pode pedir mais do que isso de uma apresentação oral de Português? Ninguém...!