Fringe - e não apenas uma série

18/01/2013 0 Maçãs

Hoje termina a minha série preferida de todos os tempos. E digo de todos os tempos porque, como é do conhecimento geral (e se não é, devia ser ), eu adoro séries. Desde comédia a ficção científica, passando por policiais, aqueles episódios de 45 minutos (na maioria dos casos) fazem com que os meus fins de semana sejam muito mais divertidos do que os dias da semana (uuuui, é claro que não tem nada a ver com o facto de não haver aulas ao fim de semana... onde é que foram buscar essa ideia?).

Pois é, Fringe chegou à sua última temporada, e, neste mesmo dia, aos seus dois últimos episódios. Sinceramente, custa-me muuuuuuito ver esta série acabar. Porque é uma série espetacular, porque inclui tudo aquilo de que eu gosto, porque me acompanhou durante estes últimos cinco anos, porque segui o desenvolvimento desta história incrível e de todas estas personagens... aaaaahhhh, não tenho palavras! 

...

Para quem nunca viu ou não acompanhou todas as temporadas, vou fazer um esforço para resumir o enredo e tentar (pois, só mesmo tentar!) fazer justiça a esta obra muito subestimada da televisão americana. 

Basicamente, a 1ª temporada começa como uma série policial normal com casos esquisitos. É-nos apresentada uma agente do FBI, Olivia Dunham, que foi designada para investigar esses mesmos fenómenos "paranormais". Peter Bishop, um "crânio" com um QI de 190, e o seu pai, o Dr. Walter Bishop, um cientista maluco com um QI de 196, são também recrutados pelo FBI para ajudar. A este rol juntam-se ainda o chefe da Divisão Fringe (como se passa a chamar este grupinho), Phillip Broyles, e uma agente júnior do FBI, Astrid Farnsworth. Temos ainda uma outra personagem meio misteriosa, chamada Nina Sharp, e que... vou deixar para vocês descobrirem quem é. 

Da esquerda para a direita: Astrid Farnsworth (Jasika Nicole), Dr. Walter Bishop (John Noble), Olivia Dunham (Anna Torv), Peter Bishop (Joshua Jackson), Phillip Broyles (Lance Reddick) e Nina Sharp (Blair Brown).

Estas são, basicamente, as personagens que nos acompanham durante as 5 temporadas. A 1ª temporada, como eu ia dizendo, é fabulástica, no verdadeiro sentido da palavra. Imagens espetaculares, capazes de fazer alguém vomitar, e que fazem lembrar uma outra série, The X-Files, que, se não me engano, foi um grande sucesso nos anos 90.

É na 2ª temporada que o enredo da história se começa a adensar... É como se tudo o que surgisse em Fringe fosse uma peça de um puzzle, e é ao longo desta temporada que se começa a perceber isso, embora seja impossível conseguir unir essas peças e criar o verdadeiro puzzle. Está a fazer sentido?

Pessoalmente, os últimos episódios da segunda temporada foram os que me fizeram perceber como realmente gostava desta série. Ahhhhhh, e preparem-se, porque todas temporadas acabam com um BANG!

Na 3ª temporada, é tudo mais pessoal. As relações entre as diferentes personagens, a trapalhada que para ali vai com os diferentes universos (spoiler!), mas, ainda assim, a base continua sempre a ser os casos do FBI que precisam de ser resolvidos.

E pronto, eu avisei, não foi? O fim da 3ª temporada foi, de longe, o mais chocante de todos. É daqueles que... pronto... ninguém esperava que acontecesse (aconselho-vos a não googlar este tópico e a ver os episódios seguidinhos, senão não vão perceber patavina).

A 4ª temporada foi... estranha, inicialmente (pronto, digamos que... falta uma personagem ao elenco que faz toda a diferença. Satisfeitos?). Pouco a pouco, foi retornando à normalidade, até que, e não se esqueçam de que é de Fringe que estamos a falar, as coisas voltam a ficar esquisitas.

E de tão esquisitas que ficam, que chegamos à 5ª temporada -  o cúmulo da esquisitice. A temporada que leva os americanos às lágrimas todos os episódios  (e digo americanos porque é lá que esta temporada está a ser transmitida em primeiro lugar) e que surpreende toda a gente, eu incluída. Por um lado, perguntas são respondidas, e por outro... não ficamos satisfeitos. Bom, vejamos como termina!

Certamente perceberam que me restringi de falar de aspetos particulares da série, já que isso iria arruinar a história para quem nunca viu... basicamente, não perdem nada em experimentar, pelo menos. 

...

Oh pá, já não consigo escrever mais. Talvez amanhã, depois de saber como é que termina a série, consiga focar alguns aspetos que mais me interessaram ao longo das 5 temporadas, mas... não hoje.

A sério... não hoje.

Adeus, FRINGE!

Links úteis:
Página oficial (em inglês)
Página oficial (em português)
Wikipédia - Fringe (série)
FringeWiki (em inglês)
Fringepedia (em inglês)

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