Bye, bye 2013

31/12/2013 0 Maçãs

E é mesmo só isso. Boas entradas para todos! 

Ganhei o Monopólio!

27/12/2013 0 Maçãs

Não sei quem é que se lembrou de criar versões de famosos jogos de tabuleiro para o computador. Damas, xadrez ou até mesmo solitário são jogos que já todos nos habituámos a ter disponíveis à distância de um clique.

Com o aparecimento dos tablets e dos smartphones, tal começou a notar-se ainda mais, com a quantidade de jogos que surgiram para estas plataformas.  

...

A bem dizer, o meu jogo de tabuleiro preferido sempre foi o Monopólio. Infelizmente, acho que nunca consegui terminar um jogo quando jogava na escola, por exemplo, pois havia sempre alguma peça que faltava (acho que cheguei a jogar com mais do que uma versão em simultâneo, pois tinhamos de ir "roubar" casas e hotéis a uma caixa e a outra) ou não tinhamos tempo suficiente. Sim, que qualquer um destes jogos leva imenso tempo para terminar, a não ser que os jogadores desistam facilmente, o que raramente acontece. 

Basicamente, ontem estive entretida a jogar Monopólio no computador. E a melhor parte? Consegui ganhar todos os jogos. 

PS: Espero que tenham todos passado um bom Natal junto das vossas famílias. Já sei que devemos ter todos engordado uns quantos quilinhos, mas nada como um Ano Novo para nos lembrar de que devemos manter a boa forma!

The Goat Rodeo Sessions - isto sim, é boa música! ♫

20/12/2013 0 Maçãs


















The Goat Rodeo Sessions nos "NPR Music Tiny Desk Concerts"


E depois ainda há aquelas pessoas que perguntam o que é que a música tem de tão especial para encantar tanta gente por esse mundo fora. A música mexe com aqueles que a compõem, com aqueles que a tocam, com aqueles que a ouvem, com aqueles que a dançam, com aqueles que a apreciam. 

Reparem bem nas expressões e nos movimentos que qualquer um destes músicos, todos eles extraordinários, fazem enquanto tocam. Reparem bem na troca de emoções que há entre a música, os músicos e a plateia.

É só o que eu vos digo: reparem bem. E depois digam-me se é possível não gostar disto... 


The Goat Rodeo Sessions
Yo-Yo Ma – violoncelo
Stuart Duncan – violino, banjo
Edgar Meyer – contra-baixo
Chris Thile – bandolim, voz
Aoife O'Donovan – voz

Links úteis:
Wikipédia - The Goat Rodeo Sessions
Youtube - The Goat Rodeo Sessions

Até à próxima!

A história do sinal de STOP caído

19/12/2013 1 Maçã

Alguma vez já vos aconteceu contarem-vos uma coisa tão caricata, tão caricata que a única coisa que vos apeteceu fazer a seguir foi desatar a rir? Se sim, com certeza que ainda se lembram do que aconteceu... Deixem-me adivinhar - foi um fartote de riso. Ehehehe, eu não disse que adivinhava? 

Pois bem, foi isso mesmo que me aconteceu ontem. Começando do princípio, o que sucedeu foi que eu e uma amiga minha vínhamos a descer umas escadas, enquanto nos dirigíamos para o Orfeão, e nos apercebemos da presença de outra amiga nossa lá em baixo a apontar numa determinada direção. E o que tem isto de relevante para a história? Bom, o engraçado é que até acabámos a comentar uma com a outra que até parecia que a nossa já referida amiga estava a dar indicações a alguém de como chegar a algum lado. Afinal, como viemos a perceber, não era bem isso... 

Descemos as tais escadas e caminhámos na sua direção. Ora, qual não foi o nosso espanto quando a encontrámos muito transtornada, numa mistura de emoções em que não sabia se havia de rir ou de chorar, e, ainda assim, ela rapidamente lá nos foi capaz de explicar o que tinha acontecido. E o diálogo decorreu mais ou menos assim...

- Então, que se passa?
- Oh, olhem para ali... [aponta para uma esquina] Estão a ver aquele sinal de STOP? Não estão, pois não?
- Não...
- Pois, é que eu vinha a descer a rua e distraí-me a olhar para a I. que vinha a passar do outro lado da estrada,...
- ... sim...
- ... bati contra o sinal de STOP e o sinal caiu!

É verdade. Nós ainda olhámos umas quantas vezes para confirmar, mas lá estava efetivamente o sinalzinho caído no chão, apenas com o pauzinho muito bem direitinho no ar, como que para afirmar que lá devia estar o dito cujo sinal bem colocado.

- E, ainda por cima, estavam a passar uns senhores dentro de um carro que desataram a rir e a apontar!

Ahhhh, se já estavam a achar que a coisa não podia ficar mais engraçada, estão enganados!

- E agora? Aquele sinal estava numa esquina, agora as pessoas não prestam atenção, há acidentes e-e-e-e...
- ... ohhhh, nãoooo...
- ... e-e-e eu é que tenho a culpa! Sou uma assassina!

Acho que nem vale a pena dizer que a partir deste ponto não consegui conter mais o riso e me desmanchei a rir logo ali, no meio da rua, a apontar para um sinal de STOP caído no chão. 

Rebelde que nem eu.

Lena, a culpa não é tua ♫

02/12/2013 0 Maçãs

Não há desculpa.

Ou talvez haja. Talvez o facto de estar atafulhada de trabalho sirva como desculpa, ou pelo menos como amenizante da situação. Talvez, se não tivesse tantas ideias dançantes na cabeça, as coisas fossem diferentes. 

Se estou sossegadinha a estudar Filosofia, vêm-me semínimas e colcheias e semicolcheias e apogiaturas e retardos e temas e respostas e fugas e corais à cabeça. Se estiver com sorte ainda tenho direito a ouvir andamentos completos de sonatas de Bach, ou se estiver num dia mesmo bom até o 4º Andamento da Sinfonia Fantástica de Berlioz me aparece à frente, estampadinho na minha mente à espera que eu me deixe levar e me distraia do meu estudo sobre a demonstração e a argumentação. Não tem piada. Há coisas mais importantes do que deliciar-me com aquele maravilhoso tema dos violoncelos. Ou não... 

Se estou sossegadinha a estudar Matemática, vêm-me lançamentos horizontais e quedas livres e ondas sonoras e velocidades angulares e frequências angulares que-só-por-acaso-têm-o-mesmo-símbolo-das-velocidades-angulares-e-me-trocam-toda-quando-me-quero-lembrar-do-nome-e-me-baralho-toda-a-dizer-velocidade-ou-frequência e comprimentos de onda e frequências e períodos. Ah, e é certo e sabido que se me ponho a estudar Física e Química A, vêm-me equações de 2º grau e círculos trigonométricos e funções seno e funções cosseno e fun-

Não interessa. A questão é que estava a estudar Português, e veio-me à cabeça o Pomarão. Oh pá, não escapo. Tanta pressão, tanta pressão para fazer tudo e, depois... é o que se vê. Vá lá que uma ou outra coisa ainda me corre bem, porque aqui há uns dias estava com uma vontade de me atirar para um poço (vá, vá, brincadeirinha!) que nem vos digo nem vos conto. Enfim. 

Não há hipótese, a minha mente anda toda à volta de "não-não-não", "ora bolas", "porque é que não fiz isto antes", "nãaaaaooooooo!" e é assim que o 11º ano vai passando por mim. Se me virem com cabelos brancos, já sabem a razão. 



















Boss AC - Lena (A Culpa Não É Tua) feat. Gutto


Não acredites no que vês
Segue o teu caminho como és
A culpa não é tua 
Lena... Lena...
ATC 2, lembram-se desta música? 

Até à próxima!

Desabafos de domingo à noite

03/11/2013 1 Maçã

Maldito seja o dia em que resolveram acabar com os feriados. Que coisa mais indecente, uma pessoa a pensar que vai poder descansar no seu fim de semana prolongado (como teria sido este ano caso não tivessem acabado com o feriado do 1 de novembro) e... pimba!, afinal não há cá feriado para ninguém. 

Terminarem com um dos feriados de dezembro... bom, ainda se entende, agora com este jeitoso Dia de Todos os Santos é que não, minha gente! Assim, lá se vai o dia do bolinho (há que manter vivas as tradições aqui da região, por mais irritantes que elas sejam - ahhhh, parem de tocar à campainha!), lá se vai o meu merecido descanso... enfim! 

Vá lá, vá lá, que já só falta um mês e meio para as férias de Natal

Feliz aniversário :)

25/10/2013 2 Maçãs
O Pomarão hoje, 7 anos depois
Hoje, tenho três palavras para vos dizer: trabalheira, nervos, cansaço (mais à frente já vão perceber). Ah, e enquanto eu ando aqui meio-zombie-meio-extraterrestre com tanto trabalho que ainda tenho pela frente, o Pomarão vai acumulando dias, meses, anos e, na passada-passada quinta-feira (17 de outubro) fez, nem mais nem menos do que... 7 anos.

E é assim, à laia de comemoração de tão honorável data,

     e tendo em conta que nestas duas últimas semanas tive uma trabalheira de todo o tamanho, "ai que nervos!" sempre que a resposta a uma questão qualquer de um teste não chegava à minha massa cinzenta, o cansaço com que estou neste momento,

que aqui deixo um simples poema feito à pressa, sem ser prestada qualquer atenção ao número de sílabas ou ao tipo de rima (perdoa-me, Camões!), com uma pequena descrição daquele que tem sido um dos meus grandes amigos e confidentes ao longo de todos estes anos.

...

Por sete anos, o Pomarão
aqui se tem aguentado,
quer seja atualizado
quer seja abafado
por todas as complicações
e situações complicadas,
que da vida diária
de uma certa adolescente
(que na altura
assim tão adolescente
não era)
vão derivando
como quem
não quer a coisa
(porque a coisa
todos querem
e a não têm)
e porque
de baratas tontas
está a vida farta,
parabéns ao Pomarão
que com tanta fanfarra
e bizarria afetada,
não mais se descolou
da esfera dos blogues
("vós sois o sal da blogosfera")
e aí se vai aguentando
com a perícia
de um estratega nato
que com a NATO
nada quer,
e com a intensidade
vivida da vida
que,
mesmo sofrida,
se protege
com a ventura
de momentos
mais felizes.

("ai blogues, e u é?")

© Madalena Faustino, 25/10/2013

Antecipação

13/10/2013 4 Maçãs

Amanhã, para começar a semana em beleza, tenho o primeiro teste deste ano letivo: Física e Química A.

Como de costume, estou nervosa. Tal como vou estar amanhã de manhã, ou cinco minutos antes do teste, ou a tentar lembrar-me "que dia é hoje?" para preencher o cabeçalho da folha de teste o mais rapidamente possível, ou a resolver algum exercício mais complicado que exija o uso da calculadora gráfica, ou quando faltarem dois minutos para acabar o tempo e eu ainda tiver de responder a, pelo menos, duas alíneas da última questão do teste e uma alínea que deixei para trás.

Como vou estar quando fugir de toda a gente para não ouvir as respostas que deram à pergunta não-sei-quantas, ou quando na aula seguinte a professora esclarecer algum exercício do teste que eu sei que errei, ou quando estiver a receber o teste e ter medo do valor de 0 a 20 que lá vai estar escrito no canto superior da página...

...

Sofrer por antecipação? Pffff, o que é isso?

P.S. E depois ainda há aqueles que dizem que depois de tanto tempo nesta situação, já devia estar habituada. AHAHAHA, não.

Análise inicial: "Os Maias" de Eça de Queirós

22/09/2013 2 Maçãs
Carlos da Maia e Maria Eduarda na adaptação televisiva da Globo e da SIC
Não há cá dúvidas para ninguém - as aulas, efetivamente, já começaram. Nada como uma semaninha de aulas, e atenção que algumas delas ainda foram só apresentações, para me aperceber de como vou mesmo ter de estudar bastante este ano, se quero ter bons resultados. Só de pensar nos testes intermédios e nos exames nacionais que ainda vou ter de fazer, já fico com arrepios!

Vá lá que já tenho algumas coisas despachadinhas, por assim dizer. Tenho alguns apontamentos do ano passado que me vão ser muito úteis, tenho imensos exercícios para fazer e algumas resoluções que também guardei da matéria passada e... já li "Os Maias", o que por si só já me alivia bastante. 

Regresso às aulas (ou quase!)

11/09/2013 2 Maçãs

Como as minhas aulas começam já na próxima segunda-feira, dia 16, estou a contar aproveitar estes últimos dias para pôr tudo em ordem e ter tudo arrumadinho para o regresso às aulas. AHAHAH, até parece! Acho que ando a dizer isto há mais de duas semanas e, no entanto, ainda nem uma agenda tenho, nem minas, nem os meus livrinhos todos encapados. Sim, já que o meu papel autocolante transparente resolveu acabar de um momento para o outro e me obrigou a ter de ir comprar mais, de preferência num dia em que as lojas estivessem abertas. Enfim, façam o que fizerem, não acabem com certos materiais ao domingo, é só o que eu vos digo. 

Continuando a minha saga do regresso às aulas, eu que contava dar uma vistinha de olhos pelos meus manuais, ainda... não fiz nada disso. Na verdade, a única coisa que fiz relacionada com escola foi descobrir como se trabalha com a minha nova calculadora gráfica, que é um modelo diferente da que utilizei durante o ano letivo passado.

Pronto, já chega de paleio e de palavreado barato! Vou é dedicar-me a arrumar as gavetinhas do meu quarto, que tão desarrumadinhas estão, a colar etiquetas com o meu nome em tudo o que é material escolar e a copiar o meu horário para uma daquelas folhinhas que se dobram todas e que ficam muito jeitosinhas nas carteiras (agora que já saíram as turmas e os horários na minha escola, evidentemente). 

Parece-me bem. Vamos a isto! 

Calendário Escolar 2013-2014

01/09/2013 6 Maçãs
Por muito que me custe informar, já estamos em setembro. Sim, aquele mês do qual nunca ninguém parece gostar, uma vez que é sinónimo de regresso às aulas e... bom, não pensemos assim. Afinal, este é também o mês em que revemos muitos dos nossos amigos ou colegas dos anos anteriores, ou até mesmo quando conhecemos pessoas novas que, por vezes, acabam por se tornar importantes para o nosso desenvolvimento enquanto seres humanos. 

Assim, é com algum prazer que anuncio, alguns dias antes do início do novo ano letivo de 2013-2014, que já preparei um calendário escolar para que todos possam registar as datas dos testes, dos exames, das apresentações orais e de todas essas "coisas" a que somos submetidos enquanto estudantes. 

ATENÇÃO: No que toca às datas de início e de final de ano e aos feriados, cada um deve verificar por si próprio se a informação se encontra correta. Este calendário foi criado para uso pessoal (relembro que foi adaptado por mim a partir de versões dos anos anteriores), logo, algumas das informações lá contidas podem não estar de acordo com a vossa escola ou com o vosso ano de escolaridade. Já agora, disponibilizo também a versão que eu própria irei utilizar, já em formato .pdf, embora ainda não saiba em que dia é que, efetivamente, as minhas aulas irão começar. (atualizado no dia 9/09/2013)

E foi assim o 10º Estágio Internacional de Orquestra

26/08/2013 0 Maçãs
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Já passou quase um mês desde que acabou o 10º Estágio Internacional de Orquestra, ou, por outras palavras, a minha segunda oportunidade de conviver com outras pessoas do ramo da música e de aprender mais sobre esta arte que, pelo menos na minha singela opinião, tão mal tratada tem sido nestes últimos tempos. 

Digo segunda oportunidade porque, como com certeza alguns de vocês se lembram, já participei no estágio do ano passado, o 9º Estágio Internacional de Orquestra, em que tocámos obras de Debussy e de Berlioz. Este ano, contra todas as expetativas, o reportório escolhido foi o seguinte:
  1. Serenade for Tenor, Horn and Strings, Op. 31 (1943) - Benjamin Britten (1913-1976)
  2. Trauermusik (1936) - Paul Hindemith (1895-1963)
  3. Deux Marches et un Intermède (1937) - Francis Poulenc (1899-1963)
  4. Cinq Pièces Pour Cordes Op. 44, N.º 4 (1927) - Paul Hindemith (1895-1963)
  5. Siegfried-Idyll, WWV 103 (1870) - Richard Wagner (1813-1883)

Confesso que inicialmente não estava muito animada em relação a algumas destas peças, nem que seja pelas suas sonoridades mais, digamos, estranhas ao ouvido... experimentem ouvir a quinta peça das "Cinq Pièces Pour Cordes" de Hindemith e perceberão o que quero dizer. 

Além desse meu "probleminha" de interesse no reportório, logo no primeiro dia de estágio encontrei a minha primeira grande dificuldade - conseguir entrar no estágio. Sim, já que após a realização das provas de admissão, apanhei, juntamente com vários colegas e amigos meus, um sustaço de todo o tamanho quando não fomos admitidos no estágio. Ahahaha, riam agora que na altura não teve piada nenhuma. Só foram chamadas 6 pessoas e nós, os restantes, ficámos ali a olhar para o ar até nos informarem de que iria ser criada uma outra orquestra que tocaria um reportório mais acessível, que acabou por ser uma suite de Holst.

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Ahhhhh, mas esta história não acabou assim... é que cerca de dez minutos depois de ser feita a "chamada", ou seja, a distribuição dos participantes pelas duas orquestras, fui chamada para entrar na orquestra principal, por assim dizer. Aparentemente, o meu nome teria sido indicado para a lista dos "admitidos", todavia, por lapso, não foi anunciado aquando da leitura em voz alta dos nomes. Imaginem a minha felicidade nesse momento! Foi, contudo, com grande pena minha que vi os restantes "não admitidos" ficarem bastante abalados, e com razão, durante o resto do estágio. Ainda bem que muitos deles ainda conseguiram encontrar a força e a coragem necessárias para continuarem no estágio a trabalhar no seu reportório e a ouvirem os nossos ensaios, e, a eles, dou os meus sinceros parabéns. Acreditem que durante sensivelmente dez minutos vivi a vossa dor e compartilhei do vosso sentimento de injustiça - terem conseguido continuar só mostra o quão grande é o vosso entusiasmo no que toca à música. É ISSO TUDO, MALTA! 

Agora que já consegui explicar o início atribulado deste estágio, posso passar a falar do estágio em si. Tal como já havia sucedido o ano passado, tivemos direito a ensaios de naipe (no meu caso, segundos violinos), a ensaios só com os violinos, a ensaios de cordas e a ensaios de tutti. Os primeiros três dias (quinta-feira, sexta-feira e sábado) decorreram ainda com muito pouco pessoal, mas a partir de segunda-feira as coisas já se começaram a compor. Revi pessoal do ano passado, especialmente imensos maestros franceses, e conheci também novas pessoas. Aqui vai uma menção honrosa para a Esposende, que foi a primeira pessoa que vi assim que cheguei ao Orfeão na primeira quinta-feira e uma das poucas que teve direito a uma alcunha que lhe assentasse que nem uma luva. 

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Algo que posso salientar de bom deste ano foi que conheci, um bocadinho mais de perto, alguns violinistas. Para mim tal acontecimento é sempre especial, pois pode não acontecer durante muito mais tempo e é bom conhecer violinistas que não estejam de acordo com aquele estereótipo manhoso que nos arranjaram - egoístas e egocêntricos. Assim, parece-me ser esta uma boa oportunidade para referenciar o nosso concertino deste ano, o Ludovic, que teve sempre uma palavra amigável para toda a gente e se mostrou um bom líder de orquestra.

Outro dos destaques deste ano vai para a camaradagem das horas de almoço, para o convívio que se desenvolveu em pouco mais de uma semana e para o grande trabalho que todos nós, músicos e maestros,  fizemos para conseguir montar três concertos que até nem correram assim tão mal, ahahaha! Atuámos na Capela de São Pedro de Moel, nas Capelas Imperfeitas do Mosteiro da Batalha e na Igreja de São Francisco e, a quem não foi, só tenho a dizer isto: nem sabem o que perderam. 

No último dia, domingo, tivemos direito a um jantar-convívio no próprio Orfeão, onde tirámos muitas fotografias e nos despedimos de muita gente. Foi um prazer poder trabalhar com toda esta malta, em especial com todos os talentos destes segundos violinos (vá, vá, melhor naipe da orquestra, então!) - Ângela, a rosa aqui do lado é só para ti! - e queria agradecer-vos por terem tornado estes dez dias em algo tão especial e que espero guardar comigo durante muito tempo.

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A todos, um enorme "até para o ano"! 

E agora, pausa para refletir

05/08/2013 2 Maçãs

Às vezes, sinto vontade de escrever. De fazer rabiscos numa folha de papel. De tentar analisar um poema de Camões e perceber aquilo tudinho à primeira (ahahahaha, deixem-me rir!). De "filosofar" sobre a pressão no mesófilo, o xilema, o floema, a fotossíntese - qualquer coisa que me tenha fascinado e que tenha perdido horas a estudar e a tentar compreender. De escrever a configuração eletrónica de um determinado elemento químico (mas só até ao aparecimento das orbitais d, porque a partir daí já não sei fazer de cor), só para provar a mim mesma que ainda me lembro daquilo que aprendi durante este ano letivo

Lembro-me das fórmulas que aprendi em Matemática, dos "(x-a)²+(y-b)²=r²" em que (a,b) eram as coordenadas do centro da circunferência, dos diferentes tipos de parábolas, dos métodos todos para descobrir as coordenadas do vértice de uma parábola... Das teorias fantabulásticas do Kant e do Stuart Mill ou das diferenças entre moral e ética. Dos diferentes modos verbais que podemos utilizar em Inglês para nos referirmos ao futuro. De como segurar corretamente uma raquete de Badminton
...

Sim, já chegaram os meus novos manuais escolares para o 11º ano

Mosteiro da Batalha, cá vou eu!

27/07/2013 0 Maçãs

Pffff, estou exausta... está a chegar ao fim o 10º Estágio Internacional de Orquestra, que termina, como sempre, com a realização de três concertos em três locais diferentes:

» Ontem - Capela de São Pedro de Moel, às 21h30.
» Hoje - Capelas Imperfeitas (ou Incompletas, como preferirem) do Mosteiro da Batalha, às 18h30.
» Amanhã - Igreja de São Francisco (ao pé do Maringá, em Leiria), às 18h.


Aproveitem e assistam aos nossos próximos dois concertos, acreditem que vale a pena!

Espero ver-vos lá!