Sleeeeeeeeep...

30/09/2012 1 Maçã

Tenho quatro palavrinhas para vos dizer, à laia de explicação por continuar sem publicar frequentemente aqui no Pomarão: já começaram as aulas.

Eu sei, eu sei, é sempre a mesma coisa... falta de tempo, muuuuuita preguiça e muito, mas mesmo muito cansaço. Acho que ainda não me habituei a esta nova rotina, e sinto-me mais cansada do que nunca. Tenho esperança de que quando chegar a época de testes já tenha tudo mais organizado e arrumado dentro da minha cabecinha, mas até lá, há que aguentar!

São os trabalhos de casa, são as complicações com os horários, é o estudo que ainda não está a ser feito... sinto-me um bocado perdida, para ser sincera. Preciso mesmo de tentar definir bem o tempo que devo ter para cada atividade, incluindo algum tempo para descansar. :)

As coisas na escola até estão a correr bem: já sei o nome de toda a gente e já tenho uma ligeira ideia do que vão ser os próximos três anos a nível dos estudos. Ahahaha, até já consegui arranjar um cacifo, finalmente!

E agora, se não se importam, vou continuar a arrumar a mochila para amanhã, porque tenho de aproveitar o fim de semana para dormir o que não durmo durante a semana.

Até à próxima!

Ui!

12/09/2012 0 Maçãs

Acabei de descobrir que em 28 alunos no total, a minha turma tem 19 raparigas.
MEDO! 

Calendário e Horário Escolares 2012-2013

11/09/2012 0 Maçãs
E pronto, já começou o novo ano letivo de 2012-2013. A bem dizer, ainda não começou para todos os alunos, mas mesmo assim, acho que esta é a altura apropriada para partilhar aqui dois materiais fundamentais para começar um novo ano: o calendário e o horário escolares.

ATENÇÃO: No que toca às datas de início e de final de ano e aos feriados, cada um deve verificar por si próprio se a informação se encontra correta tanto no calendário como no horário. Eu criei estes materiais para uso pessoal (relembro que o calendário foi adaptado por mim a partir de versões dos anos anteriores), logo, as informações lá contidas encontram-se de acordo com a minha escola e com o meu ano de escolaridade.

De bicicleta para a escola: sim ou não?

08/09/2012 4 Maçãs

Aqui há uns dias, li um artigo no Público no qual era exposta uma proposta duma investigadora da Universidade do Minho que defendia a oferta de uma bicicleta a cada aluno em vez do habitual passe escolar. Segundo a mesma senhora, de seu nome Beatriz Pereira, esta iniciativa (aparentemente apenas aplicável aos alunos do 1º ao 9º anos de escolaridade - e eu? Não tenho direito?) permitiria às autarquias poupar dinheiro e levar os alunos a praticarem mais exercício físico.

Assim que li os primeiros parágrafos da notícia, deu-me vontade de rir. Por um momento imaginei-me a mim própria a ir de bicicleta para a escola, carregada com a mochila às costas, com o saco da Educação Física e com o violino, a descer e a subir pelo meio da cidade de Leiria, com o seu habitual trânsito e aquela chuva miudinha bastante comum durante o inverno. E considerei, imediatamente, que esta era uma proposta sem critério nem nexo nenhum.

Ora qual não foi o meu espanto quando, ao ler os comentários do dito cujo artigo, descobri que imensas pessoas tinham uma opinião contrária à minha. Que o mau tempo não era desculpa pois noutros países desenvolvidos essa situação não era impedimento, que nas cidades do litoral não existiria qualquer problema em termos de tráfego e de subidas e descidas, e por aí fora...

Eu percebo. A sério que percebo. As pessoas querem evoluir, querem acreditar que é possível fazer uma mudança destas dum momento para o outro, e que todas as criancinhas pelo país fora vão passar a andar de bicicleta, a terem hábitos mais saudáveis e a não poluir (tanto) o nosso planeta.

Iludam-se, se quiserem. Eu cá não acredito nessas coisas. Afinal, se nem a implantação de TRANSPORTES PÚBLICOS é feita decentemente nas CIDADES portuguesas, como é que querem mudar de andar de carro privado para andar de bicicleta?!

Além disso, que história é essa de não existirem grandes declives nas nossas cidades? À exceção de Aveiro, que aparentemente é a única cidade que tem realmente condições para andar de bicicleta, acham que é fácil cá em Leiria, por exemplo? Dou-vos o exemplo mais prático de todos: eu não consigo ir até à minha escola de bicicleta. Muito honestamente, não consigo. As nossas cidades foram construídas à volta de castelos, e esperam que sejam planas?! Sim, é verdade, há bicicletas elétricas. E, hummmm... as autarquias vão mesmo andar a oferecer bicicletas elétricas a todos os alunos...?

Oh pá, vão dar uma volta! Isso e a parte do carrego. Afinal, que mal tem andar com uma mochila às costas? E que diferença faz se tivermos de levar um saco na mão nos dias da Educação Física? E se, por qualquer outra razão, tivermos de levar ainda outro tipo de carrego (tal como o meu violino)?

Podem dizer que tudo isto são desculpas. Vá, digam! Digam que raramente chove, digam que os condutores portugueses são muito responsáveis no que toca aos ciclistas e que as nossas estradas estão preparadas para uma medida deste género. Digam que apenas nas zonas rurais é que é justificável o uso dos autocarros, já que com tantas escolas encerradas os alunos têm de viajar imensos quilómetros diariamente só para terem uma educação decente.

Digam que os acidentes acontecem quer as pessoas andem a pé, quer andem de bicicleta ou quer andem de autocarro. Eu até a pé tenho medo de andar, porque os passeios muitas vezes não existem ou são tão estreitos que basta levarmos um guarda-chuva para termos de andar na estrada para este não bater nas paredes.

Digam tudo o que quiserem. Eu só digo isto: no dia em que os condutores estejam educados de maneira a permitirem que os ciclistas andem nas estradas, no dia em que as escolas tenham um sítio SEGURO para arrumar as bicicletas (ahahaha, quem é que quero enganar? As escolas muitas vezes nem têm aqueles ferrinhos para prender as bicicletas, quanto mais um sítio seguro!), no dia em que os ciclistas não levem com apitadelas de cada vez que um carro queira andar nas velocidades e não tenha espaço suficiente na estrada, NESSE dia, eu poderei considerar a possibilidade de ir de bicicleta em vez de ir de autocarro para a escola, mesmo com todos os problemas de carregos e de condições atmosféricas adversas.

Até lá... ganhem juízo!

P.S. Este é um post bastante pessoal, como devem ter reparado. Não pretendo de maneira nenhuma ofender ninguém, apenas demonstrar o quão ridícula esta proposta é (na minha opinião, volto a vincar).

Outras leituras úteis:

Geek.

06/09/2012 0 Maçãs

Hoje deu-me para andar a custar as novidades do site ThinkGeek. E pronto, lá surgiu aquele bichinho que há em mim sempre que vejo um sabre do Star Wars ou sempre que vejo um produto qualquer relacionado com a minha série preferida - Fringe

Vai daí que, não vá eu ter algum parente desconhecido a morar lá para os Estados Unidos, resolvi mostrar-vos uma mera amostra dos artigos que mais suscitaram a minha curiosidade. Escusado será dizer que os dois artigos que mais gostei foram, precisamente, os números 3 e 6 (a sério?!  ).

Não há nada a fazer - uma vez geek, para sempre geek (ou como dizem os ingleses, "once a geek, always a geek"). 

Acabou a festa!

04/09/2012 0 Maçãs

Ou melhor dizendo, as férias (ehehehe!). 

É verdade... depois de qualquer coisa como um mesito de férias, as aulas já estão aí à porta. Eu sei que devia ter vindo ao Pomarão, mas férias são férias, certo? Afinal, toda a gente merece relaxar e abstrair-se do mundo real de vez em quando! 

Bom, para ser sincera, isso raramente acontece comigo. Só o facto de estar na praia já me deixa preocupada ("ai que vou apanhar um escaldão", "ai que já tenho as costas vermelhas"), além de que é muito aborrecido ter de colocar protetor solar mil e quinhentas vezes em todo o corpo só para tentar descansar um pouco à beira-mar.

Seja como for, ir à praia até sabe bem de vez em quando, embora a parte de ficar bronzeada não me agrade por aí além, mas enfim. Gosto de jogar com as raquetes, de nadar como um cãozinho, de me chatear com alguém quando fico com a toalha cheia de areia logo a seguir a tê-la sacudido e estendido... Pensando bem, até tive um bom verão lá pelas terras algarvias. 

Escusado seja dizer que o regresso a Leiria significa sempre regressar à realidade, o que inclui estudar alguma coisa de violino (ahhh, tinha tantas saudades de tocar!) e preparar-me para o regresso às aulas. Tenho de admitir que estou um pouco muito ansiosa para entrar na minha rotina outra vez, especialmente agora que esta vai mudar um pouco.

Ah pois, acho que ainda não vos contei... Este ano vou para uma Escola Secundária, e mesmo que muitos digam que não é nada de especial, não vai ser a mesma coisa. A turma é diferente, o horário é diferente, os professores são diferentes, até as notas são dadas de forma diferente (de 0 a 20)! 

Entrei no Curso Científico-Humanístico de Ciências e Tecnologias, o que não vem exatamente ao encontro daquilo que eu tinha planeado há 5 anos atrás. Acho que posso tirar daqui outra conclusão: as pessoas também mudam. Eu mudei, e se por vezes é difícil para nós ver essas mudanças, elas estão lá, caladinhas, à espera do momento em que poderão emergir. Aprendi muita coisa ao longo dos últimos anos, e ir para o 10º ano é apenas mais um passo dessa caminhada até ao futuro. Ou até ao presente, dependendo do ponto de vista. 

As coisas também vão mudar no Orfeão. Agora que já não estou no Ensino Articulado, cabe a mim definir até onde quero chegar e o que pretendo atingir nestes próximos três anos. Claro que se me perguntarem neste momento, eu digo que vou tentar dar o meu máximo e atingir um bom nível de conhecimentos, todavia só no decorrer deste ano letivo é que saberei com certeza se isso é verdade ou não.

E agora que já retirei o "atualizar o Pomarão" da minha lista de tarefas, vou só continuar a preparar tudo para este novo ciclo de três anos que se aproxima e do qual não faço a mínima ideia do que se trata.